Madelia não muito longe dali, chora pelo marido. Sazania apavora-se com a violência da guerra,perto daquilo,o que Riward fez a Torcor não era nada. Já o Espadachim encontra o disparador da flecha: Gojak, que ao ver que o alforge estava vazio, montou em seu cavalo e ordenou recuo. Os Espadachins, enfim, estavam livres Riward, com ajuda dos três outros Espadachins sobreviventes, não lembro seus nomes verdadeiros, mas eram chamados, como gladiadores: “Touro Bravo”, o ferreiro da tribo, armado com uma grande alabarda; ”Águia Tropeira”, o mais ágil e esguio da tribo, armado com duas cimitarras; e o peso-pesado“Rinoceronte Negro”, armado com dois imensos martelos. Sazania guia-os para sua choupana onde poderão cuidar do Mestre Agromir. Madelia chora preocupada o percurso todo, queria retirar a flecha, mas poderia piorar. Riward jurava, diante de seus entes que se vingaria de Gojak, mesmo que fosse seu último ato, agora que sua missão de libertação estava cumprida, mas não concluída. Ele queria tratar Agromir em um lugar seguro. Ele caminhava com a espada em uma mão, e com a outra, na mão de Sazania, agora orfã, preocupava-se em confortar seu hóspede, a última família que restava para ela.
Ao chegarem à choupana, localizada em um pequeno vilarejo, muito semelhante ao que Riward vivia na infância, habitado por lavradores que plantavam trigo.A maioria das casa eram humildes, de palha, seus habitantes camponeses incumbidos de fornecer trigo para a cidade de Enuria. Sazania e o Eoriel eram amigos dos habitantes, pois já haviam se instalado por aí um tempo.
Derek, um lavrador alto,robusto, de cabelos curtos, pele escurecida e enrugada em decorrência do trabalho de sol a sol ,vestido humildemente e carregando uma pequena foice se aproxima de Sazania cumprimentando- a educadamente e indaga:-Professora! Esses eram os amigos que disse que traria? Este é o Cavaleiro Amaldiçoado?Sou teu fã! Riward aperta a mão dele e agradece:- Fico lisonjeado amigo, adoraria conversar mas temos um ferido para tratar. Derek responde: Qualquer coisa que a professora precisar, estou às ordens, aliás como está o senhor Eoriel?
Sazania silencia por instantes, abre a porta,as sete pessoas chegaram à casa. Deitaram Agromir e com os devidos cuidados, removeram a flecha enterrada no peito dele. O ferimento era superficial, o velho herói precisava de repouso. Madelia vira a noite cuidando dele. Sazania chama Riward para o canto e explica:- Pois é ,como pode ver, aprendi minha vocação contigo, virei professora, estou alfabetizando os moradores, é um trabalho muito gratificante,eles são muito humildes, porém gente muito sábia, se parar para conversar com eles perceberá. Riward comenta:-Lamento Eoriel não estar aqui para ver tão belo trabalho, ele certamente está muito orgulhoso da senhorita. Sazania convida-o para visitar os aldeões do lado de fora, Riward aceita, se identificou com Derek, também camponês que aos poucos viria a ser letrado e capaz de compreender melhor os mistérios do mundo.
Antes de sair, Riward senda ao lado do doente,Riward tenta se comunicar:-Mestre, desculpa por todo o transtorno que causei, se feriu por minha causa...
Agromir olha rente aos olhos do pupilo:Não meu filho...Te criei para ser o maior dos guerreiros,não me conformaria em te ver se entregando, logo para Treom. Muito obrigado.
Riward replica:-Fique tranquilo, o senhor ficará bom,perdoa a demora,pode descansar, pois
a justiça há de ser feita. Agromir responde com seu sorriso de professor ogulhoso, orgulhoso do menino já grande,forte,sábio,sagaz, alfabetizado e sobretudo, com um nobre coração.
Riward abraça Madelia, que mantinha-se zelosa ao lado do marido.
Ao lado de fora estava Derek, curioso, queria compreender o que ocorrera com Eoriel e o homem flechado. Sazania narrou-lhe os fatos ocorridos, apresentou Riward e revelou como havia se tornado o tão famoso 'Cavaleiro Amaldiçoado”. Derek ficou ainda mais admirado com seu ídolo:-Eu te vi lutando contra Barba Ruiva, mas não sabia que desafiou o Lord Gojak e matou Torcor. Odiava aquele sacerdote, sempre queria que a gente trabalhasse mais, e nosso salário cada vez menor. Riward responde:-Gojak será o próximo! Riward ao gritar isso erigece a musculatura e exibe sua imensa espada, Derek ergue a foice, comemorando esse possível fato, Sazania preocupa-se com outros resultados desse conflito. Ouvindo a agitação, outros moradores, ao final do expediente na lavoura se aproximam e reconhecem o famoso gladiador, todos aplaudiam e gritavam para o Cavaleiro, exigiam dele um discurso. Com a agitação seus três companheiros espadachins assistem do lado de fora da casa o que havia de ser tido, Madelia não sai do quarto para cuidar do marido. Riward pressionado pelo momento resolve dar-lhes o que desejavam:- Meus amigos, antes de mais nada, agradeço a todos pela admiração e o apoio,porém precisam saber de alguns fatos. Eu fui um camponês, como vocês aqui, eu plantava maçãs,porém os homens de Gojak, invadiram,saquearam e puseram fogo em tudo. Eu fui o único sobrevivente e hoje cresci e fui cobrar o mal que me foi feito por aquele tirano, junto com esses camaradas, eles nos prenderam e nos fizeram escravos, para nos digladiar entre nós e contra criminosos, para o divertimento de vocês, mas quero que entendam que esse Lorde é um mostro, ele escraviza todos aqui, Meu amigo, quanto ele paga pela saca de trigo? Derek responde: 3 moedas. Riward pisca e prossegue:-Lá em Enuria,por trás daqueles muros eles vendem a unidade do pão a 10 moedas! Os camponeses concordam com a cabeça e dizem em como:-Aqui também! Riward coça o queixo e prossegue:-Então compreendem o quanto ele explora vocês, quantas sacas de trigo eles gastam pra fazer o pão? Te digo com uma eles fazer muito mais pão que possa e imaginar, eles estão roubando de vocês na compra e na venda! Os camponeses ovacionam o gladiador! Ele não perde o ritmo:- E sabem que andei caminhando por essa terra e percebi que a para plantar de tudo, mas eles só mandam plantar trigo? Sabe porque? Pra que não se alimentem por conta própria que vendam tudo pra ele, pra ele roubar muito mais caro depois!Conhecem Eoriel? Gojak perseguiu, fraudou uma dívida, chantageou aquele nobre e sábio cidadão honesto,sabem, porque? Porque eles escrevia e vendia livros, ele querem manter todos ignorantes, mas saibam que está linda moça, os ensinará a ler,digo mais, fará uma grande diferença na vida de vocês. Sabem o Trem, herói de Enuria? Foi ele quem pilhou e queimou minha aldeia, uma muito parecida com a de vocês, de trabalhadores de camponeses. Os ouvintes se exaltavam de raiva! Riward conclui:- Saibam, que depois que sobrevivi ao ataque em morei em um vale distante, o Vale dos Espadachins, onde tudo era diferente, todos plantavam e trabalhavam em conjunto, não entregavam para senhor nenhum,plantávamos de tudo, Trigo, maçã, arroz, milho, uva e o que mais imaginarem.Isso tudo foi ideia do gladiador Agromir, talvez melhor conhecido como “Macho Alfa”
que foi flechado por Gojak, após lutar bravamente salvando eu e Sazania,esse herói está ferido. Vocês não precisam daquele tirano, vamos nos livrar dele e viver em comunidade! Não tenham medo daquele exército, os Espadachins estão ao seu lado! Vocês também a forma, mas não sabem!
Machados,arados,Foices, Facões, Marretas, picaretas, o que tiverem, são armas, armas letais que poderão usar contra aquele tirano! Abaixo o Gojak! Justiça e Terra!
Riward Ergueu a espada heroicamente ao bradar esse lema, inspirando a todos os presentes erguendo a arma ou ferramenta que tivesse em mãos, seja uma espada, seja uma faca, seja uma foice gritando: “Justiça e Terra” .Eu mesmo estive presente e me emocionei com a atitude poética do herói, merecia uma música da minha alaúde. O aço refletia os últimos raios solares do crepúsculo .No entanto,outra sombra se aproximava, uma tropa de choque se aproximava, homens armados com espadas, lanças e escudos, comandados cor um homem montado, de armadurade correntes e armado com um mangual ameaçavam a euforia da aldeia.
O Guerreiro não pensa um instante aponta a espada ao invasor corre em sua direção e vocifera: “Justiça e Terra!” Todos ao seu redor o seguem, o que era um único indivíduo parecia uma onda avançando desenfreada. Espadachim, soldado, lavrador, seja quem fosse, estava armado e disposto a lutar até o fim. A batalha foi dramática, Sazania se escondeu na choupana, eu como era fraco e estava desarmado eu cantei hino de guerra antigo para Riward e seus camaradas. O Rinoceronte Negro era especialmente muito forte, pesava quase 150 quilogramas, seus martelos pareciam trovões a ribombar a cada batida. Touro Bravo era extremamente hábil com a alabarda uma arma longa e complexa, que pode ser usada de várias formas: a ponta de lança, a lâmina de machado, o gancho e o cabo,as quais dominava com eficiência. Já Água tropeiro, apesar do tamanho era letal com suas cimitarras, esquivava e bloqueava qualquer golpe, contra atacava a tempo, todos que o subestimaram foram fatalmente feridos sem nem sequer perceber. Riward, como sempre, lutando com muita vontade e habilidade, mais que golpeado com a espada ele vociferava para todos continuarem lutando. Como não pude esquecer, os lavradores lutavam bem para que não tinha treinamento algum, estavam empolgados, tiveram baixas,mas conseguiram derrubar muitos soldados. Principalmente Derek, com sua pequena foice ele dilacerava seus adversário ferozmente
Como não podia ser evitado, o comandante da invasão, chamado Valorus acaba se encontrando com Riward, lo girando seu mangual no ar preparando para a acertar-lhe o crânio em uma investida montada, gritando: -Morra seu bandido! Riward bloqueia com a espada e tenta contra atacar,mas erra o golpe. Valorus se afasta e tenta ouitra iniciativa novamente gritando:-Sou Comandante Valorus, hei de matar esse infiel! Por Deus! Pelo Reino! Riward se esquiva acerta uma estocada no flanco do adversário, que galopa enfurecido e retruca:- Covarde, me atacou pela retaguarda! Seu bandido imoral! Dessa vez ele investe com mais velocidade, Riward não tem tempo de esquivar, então tenta investir junto com a espada larga, na esperança de derrubá-lo do cavalo. As armas colidem, com o estrondo metálico, o cavalo para onde está e o Comandante é desarmado. Riward aproveita a brecha, aponta a espada ao pescoço do oponente e diz:-Meu amigo, francamente, não admito ser chamado de bandido, tudo que fiz foi exatamente o que é moralmente correto, saiba que
Torcor, o sacerdote que matei, ele tentou estuprar uma jovem donzela e manipulava documentos do cartório para adulterar dívidas. Saiba que o “Herói de Enuria” não foi o senhor, tão dedicado às causas justas, mas Treom que saqueou e incendiou uma aldeia repleta de inoscentes. E Gojak, seu senhor, além de ser o mandante dos dois criminosos, ele extorque esses agricultores comprando sacas de trigo a 3 moedas e vendendo cada pão a a 10 moedas, ele forjou um incêndio para incriminar um cidadão honesto,ele prendeu, torturou, e forçou a lutar vários jovens como eu.
O Senhor realmente acha que está sendo bom? Que está do lado certo?
Valorus põe as mãos na testa é grita estridentemente. Ele fora servo de um tirano , inocentemente seguia ordens, crendo estar sendo um bom cavalheiro, mas o peso da culpa lhe caiu sobre os ombros. Ele nada mais podia fazer a não ser dar a ordem de Cessar Fogo. Ordena em voz alta, junto com Riward. A batalha havia acabado, sem vencedor. Valorus percebeu que sempre esteve do lado errado e, junto com seus homens, rebelou-se contra o Reino. Dispõe de suas armas e armaduras em apoio à Rebelião. com a união com as tropas de Valorus as forças rebeldes aumentaram significativamente em qualidade e quantidade.
Valorus desce do cavalo e cumprimenta o líder adversário e comenta:-Caro Amigo, esqueci de avisar, tenho uma má notícia : Antes da minha tropa sair ouvi Gojak dabndo ordens para amanhã darem uma 'limpa” por todo o Reino e será nomeado General, Herói de Enuria e receberá 500 mil moedas de ouro quem trouxer o Cavaleiro Amaldiçoado vivo ou morto. Riward ri:-Não terão o trabalho de procurar, amanhã lutaremos e venceremos! A aliança foi uma vitória coletiva, comemorada a noite. Valorus,Derek e Riward foram às aldeias vizinhas convocar todos que poderia empunhar qualquer arma branca sempre propagando o lema ”Justiça e Terra”.
Entardecia. Riward volta à choupana, onde Madelia seguia cuidando de Agromir,Sazania dormia sozinha em seu quarto, Touro Bravo, cansado do combate, dormia, Rinoceronte Negro já havia vigiado durante a saída de Riward,foi deitar , Águia Tropeiro patrulhava. Riward estava com a mente agitada, mas o cansaço o havia vencido, dormiu, durante duas horas, não suportando a insônia levantou, tomou um copo de água e saiu para o lado de fora, e chama Tropeiro:-Meu camarada, como está? Águia responde:-Uma tranquilidade, não precisamos esperar ataque inimigo a essa altura. Riward replica:-É assim que pensavam os guardas da cadeia quando cheguei. Parecem os bons tempos do Vale dos Espadachins... O vigilante lamenta:-Mas nunca será como antes...Não esqueça,Riward, eu nunca perdi a esperança que pudéssemos nos salvar, eu fui motivo de piadas na Arena devido meu porte, mas não perdi a vontade de lutar em momento algum,... Riward agradecido responde:-Sabia que podia confiar em ti, agora o herói deve descansar, não durmiu a noite inteira, por favor deixe comigo de agora em diante,quero contemplar esse céu estrelado.Águia Tropeiro apeta mão de Riward e entra na choupana.
Riward, sentado ao chão respirava levemente, depois das últimas tensas horas. Sentia um suave, gelado e constante vento batendo o rosto, no alto do firmamento,que tanto adorava contemplar, como uma obra de arte. As forças cósmicas faziam as combinações dos fatos,segundo a crença local.
De repente o vento parou, dando lugar a uma atmosfera ainda mais agradável para ele,
um aroma familiar se aproximava lenta e suavemente,era Sazania que senta ao lado de Riward e lhe aperta a mão., ela oferece a mão frente ao rosto de Riward, ele a beija. Ela pergunta:-Não deveria descansar, se vai lutar amanhã? Riward responde:-Não querida, por mais que canse meu corpo, minha mente se recusa a repousar, e tu? O que te inquieta?Sazania suplica:-Por favor Riward, não lute amanhã! Estamos tão bem nessa choupana, já presenciamos tanto sangue, e logo tu, o último da minha família, a pessoa mais importante. Riward, lamenta:-Aliás, Sazania, ia te dizer, perdoe-me foi falha minha, não pude fazer nada para salvar Eoriel. A jovem ruiva responde:-Que não seja por isso, não tem culpa, eu sei que estava preso. Mas não posso te perder. Riward olha fixo nos verdes olhos dela e prossegue:-Quando tenho um problema, não me escondo e espero ele me pegar desprevenido, prefiro resolvê-lo de frente. Será a luta decisiva, senão ele nos perseguirá até aqui nessa choupana, onde todos nós viveremos felizes, juntos. Sazania melhora intensamente seu humor, Riward prossegue:-Podemos viver juntos, em uma terra de paz, de união, de comunidade, e de cultura.
Então ela pergunta:-E essas estrelas o que tanto procura no céu? Riward levanta, olha para o horizonte e diz:- Sabe, li sobre a ciência as várias teorias sobre elas, Torcor dizia que elas traçavam o destino, mas tenho uma analogia diferenciada, sabe aquelas duas estrelas juntas, naquele canto:São teus olhos! Claro que não chegam ao colorido verde e vívido deles, mas elas muito me representam representam, pontos luminosos, que apesar da imensidão obscura que é minha vida, sua luz vai muito além do que podemos imaginar. Sazania, levanta-se emocionada e corada, da mesma forma que antes, só que dessa vez, não deu as costas a Riward. Deixou-se abraçar pelo espadachim,
deu seu sorriso único e declara:-Acho que devia saber, aquela tarde que corri,foi a mais marcante da
minha vida. Eu sempre te amei, mas eu tinha que casar com... Riward interrompe, pegando os longos cabelos ruivos dela, suavemente e diz:-Se realmente querer algo, o que posso fazer é te ajudar. Ele aproxima seu rosto ao dela,se beijam.
Ao final do beijo, Riward diz:-Agora está claro, encontrei a resposta. Sazania, sem se desprender de Riward pergunta:-Que resposta? Riward explica-se:-Para a luta de amanhã, um motivo para voltar vivo para casa, vivo e com alegria de viver. Sazania sente-se em um fugaz sonho. Riward, se desvencilhando de sua amada convida:-Vamos aproveitar esse momento, pois não te garanto que teremos outro. Caminhavam, contemplando a beleza da mãe terra,em suas múltiplas formas:As já ditas estrelas no céu, o barulho da água do riacho, o som dos grilos, o uivo do lobo, as montanhas horizonte a frente. Eles sentam na relva e se beijam novamente, fizeram amor, até o raiar do sol. Riward beija os lábios de Sazania, que adormecera em seus braços, pouco depois, ajeitam-se e voltam a choupana, onde tomam um café da manhã juntos. Minutos depois os guerreiros despertam e juntam-se ao companheiro. Madelia fica cuidando de Agromir.
Quatro cavalos estavam apostos para a missão daquela data, o grande dia em que tudo seria decidido. Antes de montar o cavalo,Riward abraça e beija Sazania, ela solicita:-Riward, depois de acabar tudo isso, promete nunca mais sair pra lutar e não me deixará sozinha. Riward já responde com a frase adequada:-.Eu vou voltar, eu prometo, pois longe de você sou uma espada sem fio. Recriando a cena daquele romance. Assim ele monta o cavalo e junto com Rinoceronte Negro,Águia Tropeiro e Touro Bravo,Derek, Valorus e todos os guerreiros ergue as armas e Urram seu grito de guerra. Rinoceronte em seguida vocifera:-Hoje mesmo levamos a cabeça de Gojak!!!!!!! Justiça e Terra!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
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